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terça-feira, 10 de novembro de 2020

Comprei um Vibrador com penetração e que suga o clitoris

 Meninas, 

Hoje vou mostrar mais um brinquedinho que eu comprei na loja Amore Totale que para mim é o melhor sex shop de campinas e do Brasil.  Esse vibrador é excelente, pois ele estimula a vagina e também estimula o clitores. Mas ele estimula o clitores de uma forma diferente. 

Ele suga como se tivesse recebendo um sexo oral. Sabe aquela chupada gostosa, pois bem , é assim que ele faz. É uma chupada com penetração. 

Ele faz você chegar no prazer muito rápido. Eu usei ele e gozei rapidinho! Ele tem 7 vibrações na parte que penetra e 7 estimulações no clitores . Essas estimulações é tudo de bom! 

Como eu já havia falando anteriormente eu adoro porno e aproveito para ver os vídeos usando meus brinquedinhos. 

Esse vibrador eu gostei , pois é bem silencioso e para quem tem filho sabe que vibrador muito barulhento não presta. 

Isso á algo que sempre falo, antes de comprar um vibrador , tente ir em uma loja, pois você vai ver a vibração, vai saber se é forte ou fraco, vai ver se o vibrador tem ou não barulho, vai ver a textura dele. Existe muitas coisas importantes para analisar em um vibrador. 

Qualquer dúvida sobre vibradores, podem me chamar no chat e eu ajudo vocês a escolherem.  

 

                                              

                                                 Leia os contos que tenho : Conto erótico no sex shop

 

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segunda-feira, 9 de novembro de 2020

Conto Erótico - Descobri que sou uma MILF ao ficar num esfrega esfrega até gozar com um novinho

 

Não sou mais uma novinha, mas também não me considero uma coroa, na verdade não me considerava até descobrir que um carinha que sai salvou meu nome como Fulana Milf. 

Confesso que já tinha lido esse termo em sites pornos mas nunca tinha buscado a tradução, até descobrir e ficar num misto de tristeza e alegria, tristeza porque significa que estou ficando velha alegria porque sei que muitos tem tesão em mulheres assim. 

Alias foi por esse motivo que ele se aproximou de mim, puxou assunto sobre treino na academia, começamos a nos encontrar algumas vezes no treino e ele vinha desabafar sobre namorada, familia etc. 

Questões de alguém que acabou de completar 18 anos, e eu ali com o dobro achando tudo aquilo muito fofo. Prometi para mim mesma que não daria em cima, que ficaria de boa, até mudei conta de email e tals porque tive alguns problemas, então seguindo a minha auto promessa fiquei na minha. 

Sim, ele muito atraente, cara de que era criado pela avó, e realmente é, os pais vivem fora trabalhando e ele acaba ficando muito em casa com a avó, ele tem minha altura 1,80, começando a ficar musculoso e sempre de short largo então nunca pude ver seu volume, ainda bem. 

Ele se queixava muito da namorada, me mostrou a foto e parece uma princesa, linda, tudo no lugar, mas depois dizia que ela era muito cheia de frescura, que tinha vários nojos, e que a vontade dele era de uma mulher mais velha bem cavala pra acabar com ele. 

Era tantas indiretas mas eu sempre me fingia de morta. Óbvio que eu chegava em casa e precisava me masturbar para desviar o tesão e não atacar aquele franguinho gostoso.

Um dia a coisa mudou um pouco, estava muita chuva e ele me deu uma carona até meu carro, e quando fui descer do seu carro ele pediu para eu esperar, eu fiquei olhando com cara de interrogação e ele veio até mim e me beijou... e foi muito gostoso. 

Eu fiquei surpresa, mas senti ele tremer, ele estava muito nervoso, terminamos o beijo ele pediu desculpas, eu desci do carro, vi que ele estava sem graça e pedi pra ele abaixar o vidro, ele abaixou e eu disse que tinha adorado, mas que tinha receio de fazer mal pra ele, ele até tentou argumentar, mas eu já tinha corrido da chuva e entrado no meu carro. 

As caronas começaram a acontecer algumas vezes e os beijos se repetiam, ele desabafava sobre a namorada e sempre acabava dizendo que queria uma mulher de verdade, um mulherão, eu só sorria e dizia para ele ter calma. 

Mas confesso que um dia no beijo ele colocou a mão dentro da minha legging e massageou meus lábios vaginais e eu em respostas enfiei a mão dentro de sua bermuda e senti que o safado tinha um belo dote, dei bons apertões, deslizei meus dedos sobre o pinto todo, e nisso ele já estava enfiando os dedos dentro de mim, bateu aquele alerta geral, soltei seu pinto, tirei sua mão de dentro de mim, e sai do carro. 

Precisei me masturbar no banho e ainda levei isso pra terapia... e tenho la minha dúvidas com meu terapeuta que aparentemente se excitou com o que contei. Estava dificil conter, até que veio uma proposta sem pé nem cabeça, se eu queria entrar no prédio dele e ficar conversando no Hall de entrada. 

Eu não entendi bem, mas era 19hs tínhamos acabado de treinar, meus filhos já estavam em casa com o pai e eu tinha pelo menos uma hora livre, e topei. Entramos com o carro dele na garagem e subimos para o Hall. Predio antigo e luxuoso, o Hall enorme, cheio de vasos imponentes, e vários sofas, ele me chamou para ir em um no fundo e eu fui, me explicou que ali as câmeras não chegam, danadinho, perguntei se ele sempre levava mulheres lá e ele disse não, só meninas, que eu era a primeira.

Sentamos e ficamos sem assunto pela primeira vez, ficamos falando de treino, eu queria que partisse dela algo, e não demorou muito e ele me beijou, muito bom, ouvi barulhos na entrada, parei o beijo e olhei, mas realmente aquele lugar era estratégico, as pessoas que entram não enxergam onde estavamos, voltei a beijar com muito gostoso, meu peitos ficaram duros e a mão dele entrou por dentro do meu top e passaram a me acariciar, ele sentou do meu lado ainda me beijando e me puxou levemente, empinei a bunda e ele enfiou a mão dentro da minha legging e ficou deslizando a mão nela, de um lado, de outro, no meio, apertava e fui sentindo o pinto dele ficar muito duro ao meu lado, estava virando um tesão tudo aquilo. 

Mas voltei ao meu lugar sentada, tirei a mão dele de dentro da minha bunda, pedi calma, e ele simplesmente colocou o pinto pra fora!!!! 

Um pinto lindo, grande, cheiroso, chamei ele de filho da puta e baixei dando uma lambida na cabeça do pinto dele... ele pediu para eu chupar e eu disse que ainda não, que ele era muito apressado, ele se frustrou e disse que estava louco para gozar, bom, acho que sou especialista nisso, sentada ao lado dele coloquei uma perna sobre o pinto dele, o pinto erguido tinha as bolas esfregando na minha coxa e a cabeça encostando na polpa da bunda, mas isso eu estava de legging... ia fazer aquele franguinho gozar no atrito...

Me deixou extremamente excitada senti o pinto dele quente pegar metade da minha coxa, ainda me virei de lado com o pescoço e ficamos nos beijando... encoxada com beijo. Eu apenas deslizava minhas coxas grossas e longas, o pinto dele estava num sanduiche com a minha coxa e a cintura/barriga dele, ou seja, eu estava sentada com uma banda da bunda no pinto dele e esfregando. 

A vontade de tirar a legging e cavalgar nele era infinita, mas me controlei e senti no beijo ele ofegante e perguntei com minha boca na boca dele se ele ia gozar, ele gemeu que sim, e só intensifiquei a amplitude do movimento e a pressão pra baixo, uma onda de calor invadiu minha coxa e bunda, ele estava me lavando com porra, foi uma delicia, ele foi amolecendo, e guardei o pinto dele, levantei e eu estava lavada de esperma, fiz uma conchinha com a mão, e passei, fez uma pocinha na minha mão... e ele pediu desculpas, disse que a namorada detestava coisas assim, ai me senti desafiada, e virei na boca, tomei e ainda disse: uma delicia seu leite. Acho que ali ele se apaixonou.

 Eu disse que so precisava passar uma agua pra disfarçar pra chegar em casa, ele me indicou um lavabo ali e fui lá limpar. Voltei e continuamos conversando, nos beijando, deixei ele passar a mão em mim, enfiei a mão dentro do short, queria deixar ele de pinto duro de novo... e 18 anos é aquela beleza, logo estava de pinto duro. 

Nisso percebi que o celular não parava e falei pra ele atender, ele disse que não precisava, soltei o pinto dele e peguei o celular, mandei ele abrir e parar de me enrolar, ele ficou super sem graça, abriu e mostrou, era um bate papo, e o fdp simplesmente escreveu que e Milf da academia tinha acabado de fazer ele gozar.

Ali fiquei brava dei uma bronca nele expliquei que atitudes como aquela poderiam me prejudicar muito, ele foi maduro na conversa, entendeu, e depois disso, peguei o celular dele, abri a conversa do amigo e fiz chamada de video, ele perguntava o que eu estava fazendo eu mandei ele ficar quieto, o amigo abriu e arregalou os olhos vendo nós dois... falei: oi sou a Milf... se vocês souberem ficar quietos podemos aproveitar muita coisa juntos. 

Ele disse Ham, eu insisti, falei que ele tinha entendido, ai desliguei.

Era hora de ir embora, dei tchau e agradeci todo trato dele, e disse que tinha gostado do amigo dele também. Peguei um Uber até a academia e de lá peguei meu carro.

 

Veja outra publicação : Dei no trocador no sex shop em Campinas


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quarta-feira, 4 de novembro de 2020

Conto Erótico - Casada infiel que gosta de sexo

 

Sou casada, trinta e oito anos, loira, cabelos lisos e adoro sexo. Apesar de manter a aparência de dona de casa respeitável, de vez em quando, acabo saindo com outros homens, o meu marido, nem desconfia. No começo, até tinha sentimento de culpa, porém, com o tempo, a gente acaba aceitando isso.

De uns tempos para cá comecei a vender roupas para ganhar mais um pouco de din-din para conseguir comprar meu carro, e pelo menos uma vez ao mês acabava viajando para São Paulo para trazer roupas a um preço mais em conta.

Dessa vez a viajem começaria à tarde, com chegada prevista ao amanhecer. O pessoal era na sua maioria gente que comprava para revender. Com exceção de duas famílias e um grupo de rapazes que se alojaram no fundo. Por ser ônibus leito, peguei uma poltrona individual, quase no meio e me preparei para dormir bastante. Para ir bem confortável, coloquei um vestidinho leve para aguentar o calor que estava naqueles dias.

Umas três horas depois, o ônibus deu uma parada para jantar. Desci, fui ao toalete, lanchei e quando embarcava, um rapaz puxou conversa comigo. Tinha pouco mais de vinte anos, alto, magro, moreno e com a barba rala, que dava um certo charme desleixado.

Eduardo era seu nome. Era da turma lá do fundo. Ficamos conversando sobre produtos que compraríamos e sem ser convidado, ele sentou no braço da poltrona e pouco a pouco, o assunto foi ficando mais pessoal. Disse que trabalhava com som para DJ e ia comprar algumas parafernálias que nem guardei o nome.

Era noivo e mesmo depois de saber que eu era casada, ficou se insinuando para um romance, jogando elogios para minha beleza, que era louco por maduras e cada vez mais ousado. Para não incomodar os outros, conversávamos falando baixo, ao pé da orelha.

Gostei dele, e confesso que tenho taras por garotos mais jovens. Quando sua mão passou a acariciar meu braço, fiquei sem reação, pensei mil vezes mas o coração acelerado me fez retribuir esses carinhos. Nem me dei conta que estava agindo como uma mulher fácil, louca para se atirar nos braços do primeiro homem. De repente, ele se virou e tentou beijou a minha orelha, me deixando toda arrepiada.

Edu já se jogava em cima de mim e eu preocupada, olhando toda hora para os lados, incomodada que alguém estivesse nos observando. Ele percebeu isso e falou:

- Vamos prum lugar mais tranquilo? Espera um aí...

Foi para o fundo do ônibus e logo voltou com um outro rapaz. Era um garoto bem jovem, moleque ainda. Da minha altura, atarracado e com o rosto redondo. Me apresentou como Fernando, seu primo. Me fez levantar da poltrona, onde o Fernando se acomodou.

Fomos para o fundo do ônibus, no ultimo banco, ao lado do toalete. O danado tinha convencido o primo a trocar de lugar comigo. Mal sentamos, ele já veio para o ataque, dando um beijo gostoso, ao qual na loucura retribui. Sua boca desceu para o pescoço, o colo.

- Calma aí, devagar!

Sussurrei sem ser atendida. Quanto atrevimento! Uma mão já veio por baixo da saia, apalpando minha coxa pela parte de dentro. Como estava há mais de uma semana sem transar, o melzinho veio fácil. Fui deixando ele agir, impotente para esboçar qualquer reação.

Deitou os bancos, abriu o zíper da calça. Pegou minha mão e levou-a até seu pênis endurecido:

- Ó, dá uma olhada como eu estou! Estou louco de tesão, gostosa! Dá uma chupada nele, vai!

Nosso diálogo era todo sussurrado, para que ninguém ouvisse. Com a mão na minha nuca, puxou a cabeça e me beijou deliciosamente.

Seu dote era igual ao do meu marido e comecei a masturbá-lo lentamente, ele mexia o quadril como dava.

Percebendo que ele poderia gozar, parei e me descobri da manta. Excitada, queria ele dentro de mim e perguntei:

- Você tem camisinha?

- Puta merda, não tenho não! Olha, podemos fazer sem?

- Não! Sem camisinha não!

- Deixa amor, vai, eu sei que você também quer. Não vai ter treta não, tá legal?

Continuei negando, pensando em ficar só nos amassos. E ele insistindo, me beijando, bolinando meu clitóris sem parar. Deixando a precaução de lado e como a vontade era tanta, acabei concordando:

- Tudo bem, mas, na hora de gozar tira, tá bom?

- Pode deixar que eu gozo fora...

Dizendo isso, me virou de lado, puxou a calcinha, tirando-a e eu facilitando tudo. Pôs a mão no meio das minhas pernas e ficou mais tarado ainda, falando:

- Puta que pariu, você já tá toda molhada mulher!

Virou de lado se encochando em mim, dando um jeito de tampar a bunda com a manta. Eu preocupada, de olho nos demais passageiros que pareciam dormir. Ele penetrou e começamos a copular. Sua piroca entrava e saía, causando aquele prazer delicioso. Algumas bombadas ficavam mais fortes, quando coincidia com os pulos que o ônibus dava com as saliências da estrada.

Tive um orgasmo intenso e logo depois, ele também, acelerou as socadas e saiu rápido de mim. O jato forte da sua porra esguichou no meu vértice, molhando os lábios da boceta e se espalhando pelas coxas. Senti na virilha o contato do seu pau úmido pulsando e soltando gala sem parar.

Nisso percebi na penumbra um vulto vindo pelo corredor. Empurrei Edu para o banco do lado, ajeitando o vestido para baixo. Ele cobriu a barriga com a manta, enquanto virei para o lado da janela, fingindo dormir. O passageiro usou o toalete e mesmo com a luz batendo em nós, pareceu não perceber nada.

Levantei e fui ao banheiro me limpar. O sêmen grosso e grudento, tinha manchado meu vestidinho. Molhei uma toalha de papel e esfreguei, limpando como deu. Fui para o meio do ônibus e troquei de poltrona com Fernando, que foi para o fundo, sentar junto com Eduardo.

O ônibus ainda parou duas vezes até chegar em São Paulo. Não desci em nenhuma dessas paradas. Os meninos desceram nas duas. Eduardo passou acenando com a mão. Já Fernando passou olhando intensamente para mim na primeira parada e na outra, parou ao lado da minha poltrona, como fosse dizer algo e depois seguiu.

Chegamos com tempo ruim. Uma chuva persistente incomodava. A rua parecia um shopping center a céu aberto. Meio perdida na multidão, me socorri com informações de outros passageiros para procurar o que buscava. E notei que onde eu ia, o Fernando estava por perto. Não demorou muito para o menino se aproximar e se oferecendo para ajudar, carregando minhas compras.

Quando já estava com uma caixa grande e sacolas cheias de bugigangas, fomos até onde o ônibus estava estacionado, para guardar os produtos no porta-malas. O ônibus estava vazio, só os dois motoristas dormiam no primeiro banco. Como já tinha gastado a cota e meio cansada de andar na chuva, resolvi descansar um pouco.

Fernando pelo jeito voltou às compras. Não demorou muito, voltou ao ônibus, trazendo duas latinhas de coca cola. O garoto tinha ido comprar o refrigerante para mim. Tão solicito que logo percebi que o rapazinho estava querendo algo comigo.

Na volta, ao embarcar, Edu passou por mim e disse:

- Meu primo está louco por você. Você não ficar com ele?

Assim, na lata, como se eu fosse uma vadia qualquer. Aquilo me irritou:

- Que que é isso? Você tá pensando o que?

- Desculpe, Lu. Não é isso. É que o Fernando sabe que ficamos e ficou me enchendo o saco, dizendo que também estava afim, entende? Ele está louco por você. Olha, não fica chateada, tá? Não tá aqui quem falou, tá legal?

Logo depois que deixamos a cidade, tivemos que passar por uma barreira da PRF. Os policiais mandaram todos descer e foram vistoriar o ônibus, além de mandar abrir a bagagem de alguns passageiros. Ainda bem que não foi a minha.

Edu se aproximou falando:

- Olha, Lu, desculpe insistir. Meu primo me encheu o saco pra falar de novo com você. Será que você não pode conversar com ele?

- Que saco! Já disse que não! Nem devia ter ficado contigo! Se o moleque quer tanto, porque ele não vem, ele mesmo falar comigo? Saco!

- Já disse isso pro piá. Falei que você é casada, que não fica com qualquer um, mas ele não se conforma. É que o Fernando nunca ficou com uma mulher, entende? Por favor, faz isso pra mim? Por favor...

Virgem! Então era isso. O garoto, apesar de gordinho, não era de se jogar fora. Foi bom transar com o ônibus em movimento, apesar de meio desconfortável.

 Foi arriscado e tivemos sorte de ninguém perceber. Os dois primos, com certeza estavam achando que eu era uma piranha, dessas que abre as pernas para qualquer um. Bem, eles até que não deixam de ter razão, pela forma que me comportei. Mas...

Mil pensamentos passaram pela minha cabeça. Por outro lado, ninguém no ônibus me conhecia. A quilômetros longe de casa. Numa longa e maçante viagem noturna de volta. Um moleque virgem babando para comer esta coroa. Porque não? Comecei a sentir aquele formigamento no meio das pernas, a inquietação que a faz ficar úmida. Que anula a razão e me leva ao desejo proibido, ao pecado...

Na parada seguinte para jantar, ao embarcarmos, quando os dois passaram por mim, falei para o Edu:

- Tá bom. Vou conversar com seu primo, tá? Senta aqui que eu vou lá atrás falar com o Fernando.

Fui para o fundo do ônibus e apontei para a poltrona da janela, onde o Fernando estava sentado. Ele se levantou e eu me acomodei. E desta vez, fui eu que perguntei na bucha:

- É verdade que você quer ficar comigo?

- É...

- E quer transar comigo?

- É...

- E porque?

- É...

- Fala, garoto!

- É que, bem... você é muito gostosa.

- Só isso? Gostosa?

- É, você..., você ficou com o Edu e eu também quero. Eu bati duas punhetas pensando...

Então o moleque tinha até se masturbado em minha homenagem. Olhei ao redor. Todos dormiam, cansados pelo dia cheio. Rapidamente fiquei em pé, ergui o vestido e tirei a calcinha.

O menino só observava maravilhado. Apalpei sua braguilha e constatei que ele estava com a ferramenta dura. E mesmo por cima da calça, deu para sentir que era de bom tamanho. Nem acabei de mandar ele abaixar as calças, o garoto o fez rapidamente, tirando a arma para fora.

Com o banco abaixado, sentei bem na ponta da poltrona, abri as pernas, trouxe ele na minha frente e falei:

- Vem.

Fernando se acomodou mais do que depressa. Ergui as pernas enlaçando seu quadril e senti os pés batendo no encosto da poltrona da frente. Dobrei os joelhos, num frango assado incompleto. Ele já tinha encostado a caceta no meio das minhas coxas, dando estocadas lentas, sem acertar a entrada.

Ao pegar em sua vara para guiar na minha xana, vi que era grosso, muito grosso! Acho que o pênis mais grosso que eu já tinha pegado. O moleque era mesmo roludo. Acomodei a cabeçorra entre os lábios vaginais. Relaxei para recebê-lo dentro de mim, dizendo:

- Empurra! E olha, na hora de gozar, vê se tira, viu?

O garoto mandou ver, com fome, arregaçando minha xaninha. Não parou de empurrar, até ficar todo atochado e com a ponta bater no meu útero. Doeu um pouco e reclamei:

- Ái! Devagar!

E ele então me calou com um beijo, sua lingua parecia uma compra dentro de minha boca.

A sensação de estar firmemente preenchida era deliciosa e meus sumos aumentaram. Fernando continuou metendo com mais cuidado, mas não demorou muito, aumentou o ritmo. Ele tremia de tesão e prazer. Deu mais umas socadas rápidas e se deixou cair sobre mim, segurando os gemidos.

Senti jatos mornos dentro de mim. Seu badalo profundamente enterrado na minha boceta latejava forte, esguichando gala sem parar, enchendo-a de porra. O moleque tinha gozado dentro de mim!

Tentei empurrá-lo falando:

- Droga! Você gozou dentro! Que droga!

Ele ainda tomado de emoção, a contragosto, tirou o pau todo melado. Da minha xana brotava porra que escorria para fora. Me levantei e assim mesmo, nua do quadril para baixo, passei por cima dele e fui para o toalete, que por sorte estava ali ao lado. Ao abrir a porta, a luz do banheiro iluminou tudo lá atrás e eu nem me importei.

Sentei no vaso e fiz xixi, deixando a gala espessa e abundante cair no vaso. ¨Louca!¨, disse para mim mesma. Limpei como deu, gastando um monte de toalhas de papel. Só agora pensava nas consequências de meu ato insano.

Quando sai do toalete, a luz iluminou o menino, que ainda estava com o pau de fora e mais notável, em ereção, firme, apontado para cima. De relance, pude ver o tamanho e a grossura do seu falo.

Mal sentei, o menino veio passando a mão, todo tarado. Ele queria de novo! Confusa, com a visão do seu membro duro e o fato de que eu não tivera orgasmo ainda, me fez pensar que estava na chuva e já molhada. Que danasse o resto então!

Passei por cima dele, me acomodei de novo na poltrona da janela. Olhei novamente para outros passageiros e fiquei mais tranquila, constatando que todos dormiam. Puxei novamente Fernando para cima de mim e desta vez, entrou bem fácil, já que eu estava bem lubrificada pelo meu melzinho e a porra que ele tinha enfiado até no fundo.

Estava difícil abafar os grunhidos roucos e sussurrados que tanto ele como eu soltávamos. Em um ato insano, tirei-o decima de mim, virei de lado deixando minha bunda exposta, queria sentir aquela cabeçorra atrás. 

O garoto percebeu e com muito carinho se encouchou de ladinho e com cuidado foi dirigindo seu mastro para a porta do meu buraquinho, ele forçava a entrada e eu aos poucos cedia. Era uma sensação maravilhosa sentir aquela cabeçorra entrando em mim, e ele foi movimentando-se lentamente em um vai-e-vem ritmado a beijos na minha nuca orelha. 

Acabei tendo o meu orgasmo, logo seguido de outro. Ficamos ali transando um bocado de tempo. A certa altura, paramos um pouco, bem encaixados.

Nessa altura, nem importava mais se ele gozou ou não, outra vez dentro de mim, dessa vez atrás. Só busquei outros clímax. Deixei que ele metesse até se saciar, o que parecia difícil. O menino não se cansava. Metia sem parar. E eu tendo vários orgasmos. Dar para o Fernando estava sendo bem melhor do que fora com seu primo.

Nem voltei para a minha poltrona. Dormimos ali mesmo, abraçadinhos e cansados, como bons namorados, até chegar em nossa cidade. Quando eu estava acomodando minhas compras no táxi, Eduardo se aproximou e me deu seu telefone anotado num papel. Talvez eu ligue para ele.

Sim, vou ligar com certeza. Mas para fazer contato com seu primo Fernando. Imagino que enloqueci de vez por esses garotos.

Ivana Borges

 

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Conto Erótico - Malu - Casada invifiel que adora sexo

 Meu nome é Malú e sempre fui muito quente em relação ao sexo, mas devido a criação, acabei reprimindo certos desejos considerados “errados” pela sociedade. Sentia tesão até vendo novela, quando os atores se beijavam na telinha. Imagina quando via certos filmes então.


Sou uma mulher de 26 anos hoje, casada com um homem especialmente fora de série, que me oferece tudo que uma mulher pode sonhar, exceto um sexo quente na cama, apesar do pouco tempo de casados- 4 anos.


Ele tem quase o dobro da minha idade e talvez isso faça com que ele não seja mais o garanhão que eu sobe ter fama no passado distante. É bonito, corpo legal, inteligente e com uma mente aberta e atual. E com um detalhe muito bom: é rico. Isso me mantém coladinha a ele também, mas não é o fator mais importante na vida.


Eu sou uma loira de cabelos cacheados, olhos azuis, cinturinha fina e com um bumbum que, segundo dizem é de parar o trânsito. Tenho 1,75m e 56 kgs muito bem torneados pela natureza e com certa ajuda do meu cirurgião plástico que turbinou meus seios deixando-os do jeito que eu sonhava.
 

Quando tive alta da cirurgia, abandonei o uso de sutiãs e só usava na praia ou clube, mas sempre procurava peças sensuais que valorizassem mais ainda a beleza deles.


Usava novos decotes e transparências sem o menor problema. E sempre com o apoio do maridão que começou a gostar de me ver deixar os homens babando pela mulherzinha dele. 

Comecei a usar calças mais justas ou curtas valorizando minhas curvas. Em restaurantes ele sempre me avisava discretamente que havia um ou dois homens me observando e eu me molhava toda quando percebia que era verdade e certa vez, comentei com ele meu estado. 

Ele perguntou se eu tinha gostado do gato e eu corada, baixei a cabeça de vergonha, mas ele foi liberal e pra que eu me sentisse mais sexy, disse que era natural os homens me comerem com os olhos. Disse ainda que sabia que ele era incompleto comigo na cama por falta de libido e se desculpou. 

Aquelas palavras me deixaram mais apaixonada por ele e espantada com o que veio depois. Ele me disse que eu era uma mulher nova, quente e cheia de vida e tesão e que a partir daquele momento estaria liberada e poderia sair com outro homem que me agradasse. 

Fiquei pasma com aquilo e quis brigar com ele dizendo que ele não me amava mais e ele disse que amava sim e que por esse motivo mesmo é que estava “abrindo o mercado” pra mim. 

Desconversei e mudamos de assunto, mas na cama depois de uma transa nem tanto satisfatória, comecei a pensar mais no assunto e acabei sentindo um fogo no meio das pernas e só de pensar em outro cacete além do meu marido me fez ter um orgasmo em silêncio.


No dia seguinte, durante o café da manhã, quis confirmar com ele o papo da noite anterior, já que ele estava na quarta dose de wisk quando falou tudo aquilo e ele confirmou novamente. Senti um novo fogo no meio das pernas e sorri dizendo que ia pensar a respeito.

 Ele foi trabalhar e eu fui escolher a roupa que usaria pra sair à tarde e convidei uma amiga para me acompanhar e ela pediu que pra passar na casa dela e apanha-la. Quando cheguei e toquei a campainha, ela me fez entrar e me levou para a sala onde ela estava teclando na internet com um rapaz e segundo ela, fazendo sexo virtual. 

Me mostrou o texto da conversa e o que li me deixou molhadinha na maior facilidade. Decidi naquele momento que compraria um computador pra mim e começaria fazer tudo aquilo também. Liguei para meu marido e contei a novidade e ele aprovou. 

Fui à loja indicada por ele e comprei pagando à vista e tendo assim um tratamento diferenciado e me prometeram que um técnico iria entregar em casa e montar o equipamento pra mim. Deixei minha amiga em casa e fui pra minha esperar pelo meu novo brinquedinho.


Duas horas depois tocou campainha e ao abrir, quase tive um treco: um negro alto e lindo com uma caixa grande nas mãos perguntando se eu era a Sra. Maria Lúcia. Gaguejei e confirmei ouvindo ele dizer que trazia meu micro e “montaria pra mim”. 

Olhando pra ele convidei pra entrar e pensei que ele poderia “montar em mim”. Mas deixei ele na sala indicada montando tudo e disse que ia tomar uma ducha e já voltava e que era pra ele ficar à vontade. Dei mais uma olhadinha pra ele e quase tremi na base. 

Entrei na ducha e desliguei a água quente pra esfriar a xaninha e o tesão, mas nada. Nem uma masturbação rápida me aliviou. Coloquei uma calcinha bem pequena de rendinhas e fio dental e um hobby curtinho de seda branca e fui ver como estava a montagem.


Recém saída do banho e perfumada, não teve como o rapaz elogiar o perfume que sentia e me deu aquela medida com os olhos, dando uma parada nas coxas à mostra. 


Fiz algumas perguntas sobre o micro, mas ele falava, eu olhava pra ele, mas meus pensamentos estavam longe do micro e perto da cama. Resolvi dar sopa pra sorte e peguei uma cadeira e sentei cruzando as pernas bem perto dele que a todo momento desviava os olhos e me secava as coxas. Aquilo foi me deixando mais e mais molhadinha. 

Eu estava vendo a hora em que pularia sobre ele e o atacaria, mas não precisei. “Sem querer” ele deixou uma chave de fenda cair no chão e me pediu pra pegar pra ele. Abri as pernas e dobrei o corpo para apanhar a ferramenta deixando que ele tivesse uma visão mais detalhada do que cobria aquela seda branca. 

Quando voltei à posição, a parte de cima do hobby ficou desarrumada e deu mais um ponto de visão pra ele, parte dos meus seios empinados e firmes. Ele parou de vez e ficou me olhando o corpo todo, de cima em baixo e eu pegando fogo esperando uma atitude dele quando ouvi ele dizendo em tom de exclamação que eu era um espetáculo de mulher e perguntei suavemente se ele queria ver mais e me levantei e abri a roupa bem devagar e mostrei tudo pra ele que esticou a mão pra me tocar, mas não teve coragem. Olhei pra ele e disse: sirva-se. 

 

Não precisei falar duas vezes. Ele levantou da cadeira e me deixou perceber o volume enorme que se formou na calça dele. Fiquei olhando pra calça dele enquanto ele ma acariciava de leve e tocava meus seios e foi se aproximando e acabou me abraçando e me beijando a boca. Suas mãos passeando pelo meu corpo todo e o pau dele crescendo cada vez mais.


Toquei seu volume e pedi pra ele tirar a roupa e me seguir. Deixei o hobby cair e fui em direção ao meu quarto. Olhei quando ele veio tropeçando na calça que tentava tirar a todo custo. Ri da cena e esperei por ele deitada na cama de forma bem sensual. 

Ele chegou só de cueca que eu tirei antes que ele começasse algo. Pensei em desistir quando vi aquela varona negra, grossa, brilhante e cheia de veias. Lindo potente, mas não tinha mais volta e quando ele foi deitar sobre mim eu pedi pra me deixar chupar o monstro antes e fui pra cima dele. 

Fiquei admirando aquela maravilha de mais ou menos 23 cm e coloquei na boca tentando engolir tudo, mas obviamente não deu e me contentei em chupar somente a cabeça e onde conseguia chegar. Eu sei que proporcionei a ele algo que talvez nunca tinha conseguido. Deixei o pauzão bem molhado pela minha saliva e subi sobre ele e encaixei na minha xaninha delicada. 

Fui metendo e gritando de alegria e tesão e antes de chegar no final, gozei com nunca havia feito. Encaixei tudo e comecei a melhor cavalgada da minha vida. Após perder o número de orgasmos que tive, deixei meu corpo cair sobre o dele, que me virou e me colocou na posição de frango assado e continuou a bombar. 

Eu sentia sua pressão no peito e delirava e só gozava até que de forma consciente, ele avisou que ia gozar e tirou de dentro dela, pois estava sem camisinha e despejou 5 ou 6 belos jatos de esperma sobre meu corpo e o primeiro chegou no meu rosto de tanta potência.


Ele deitou-se ao meu lado e só exclamou: MEU DEUS, QUE MARAVÍLHA!!!


Pediu uma toalha e perguntou onde era o banheiro e eu levei meu novo Apolo até lá e pra que o esperma dele não caísse pelo chão, passei por todo corpo e até na boca. Assisti seu banho e ele meio de cabeça baixa, não sei por que, disse que ia terminar de montar o computador. 

Voltei peladinha até onde ele estava e ele me disse pra não provocar mais pois ele era evangélico e aquilo era errado. Compreendi e aceitei, já que estava bem saciada e meio dolorida na xaninha. Ele terminou de me orientar e sugeriu um curso de informática para aprimorar os conhecimentos.


Acompanhei o rapaz até a porta ainda nua e pedi um beijo de despedida que ele não negou e me proporcionou meu último orgasmo. 


Ele saiu e no caminho cumprimentou meu marido que chegava em casa e que quando abriu a porta e me viu nua, entendeu tudo e sem dizer nada ouviu meu relato e meu agradecimento pelo seu amor por mim. Levei o pelas mãos até a sala onde estava montado o computador novo pra ele.
 

Ele me disse que pediria ao Marcio do CPD da sua empresa para vir me dar umas aulinhas de informática no dia seguinte e ele deu. E como deu. Eu conto na próxima como foi a primeira aula.

 

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segunda-feira, 2 de novembro de 2020

Conto Erótico - Casada se passa por vadia

 Casada, me encontro com um dilema: estou com o meu companheiro faz alguns anos e sempre fui fiel mas, estou com problemas. 

Meu parceiro não me satisfaz completamente mais. Apesar de ter uma vida sexual ativa, não consigo ter um prazer mais intenso e profundo. Me nego a aceitar que a fidelidade seja abdicar-se de uma vida madura e completa.

Acredito que o amor não signifique a negação do meu eu e sim, o respeito ao companheiro e que, ter relações sexuais somente com o homem amado, não signifique e nem seja prova de amor. Inconformada, me nego a curvar aos padrões patriarcais que vêm sendo impostos pela sociedade.                                                                     

Consciente que somente a infidelidade do homem é aceita pela sociedade, zombo da historicidade humana, que ao descobrir, no período neolítico, que o homem tem papel na procriação, derrubou o matriarcalismo, onde a mulher era endeusada, não como dominadora mas, como a única responsável pela procriação - Deusa da Fertilidade - se rebelou usando, no decorrer dos séculos, todas as formas para dominar o gênero oposto. 

Garantindo, assim, a certeza da paternidade da sua prole. Para isso utilizaram inúmeros métodos: política, mitologia, religião, meios de comunicação e outros. (risos... acabei de dar uma. É que eu sou uma constante militante na política de gêneros, apesar de não atuar em movimentos feministas. São muitos retrógrados e bitolados).

Em minha plenitude leoa, sempre tive paciência ao escolher uma presa: observava e estudava cada passo e traço e, no momento oportuno o tomava para mim. 

Sempre foi assim. Até que iludida por um amor romântico, me entreguei e, confusa no conceito de amor, abri mão do meu eu para ser uma mulher passiva, dedicada, discreta e exemplar dona de casa. Ou seja, feminina. Minha máscara caiu. Meu ensaio foi bom mas, acabou. Me descobrindo novamente como ativa, autônoma e talvez dominadora, me sinto leoa.

O libido jorrado em meu sangue não é mais consumido totalmente por meu homem. A cada dia que passa se acumula, tornando-me incontrolável e inconsolável. Meus múltiplos orgasmos não me satisfazem mais. Estou a ponto de cometer uma loucura. Talvez sensatez . 

Me encontro desvairada para saciar meu desejo. Diante de tanta transformação, em tão pouco tempo, ainda penso o que fazer pois, meu desejo é transeunte. Faz algum tempo que ando tanto me estudando quanto aos mais diversos homens. Sou meticulosa na escolha.

Atualmente tenho brincando em fantasiar, e isso tem encharcado, mais ainda, de libido, meu corpo de mulher. Quem lucra, é meu parceiro mas, ele nem sabe o que me torna tão insaciável. Diante de tanto desejo, quase que satisfeita, tenho masturbado. Não sinto falta de um grande e poderoso falo, quanto as demais mulheres. Sinto falta de novas e avassaladoras emoções. 

Meu corpo sente dores profundas na ansiedade de saciar-se chegando ao ponto de senti-lo se contraindo seguido por uma grande dor que se aproxima de uma cólica fazendo com que a minha vagina se molhe e se abra feito uma rosa cada vez mais rubra em seus vasos encharcados de sangue. É desesperante. Meu libido deve ser consumido. Há um desequilíbrio. 

Covarde que sou ao me consumir noites e madrugadas adentro fantasiando os mais loucos e ardentes encontros, me negando ao prazer, pelo medo de me tornar vil. Mas corroída, a fim de não me tornar Messalina: uma ninfomaníaca que nunca alcança seu total; decidi acabar com a covardia me entregando para outro a qualquer custo.

Outro dia surgiu a oportunidade. Meu marido viajou e iria ficar fora por vinte e quatro horas. Então pensei: E se investir na noite, e se na hora “H” voltar atrás? Eu estava insegura à caça. E não podia perder a chance. Idiotamente, (risos...) cheguei a grande conclusão que não tinha tempo para sair à caça e decidi me passar por uma prostituta em dos pontos mais conhecidos da cidade. Aliás, eu sempre escolhei meus homens.

Meu marido, depois de muita espera, partiu. Como uma louca, corri para o banheiro e tomei um longo banho com a conhecida companhia do sabonete que, sempre era desviado pelas minhas safadas e experientes mãos. Mais que depressa, sai do banheiro e , nua, com a ajuda de um secador, modelei meus cachos. Depois foi a hora de escolher a roupa. 

Mas como, em meio a tantos vestidos e saias longas e sapatos de salto? Tinha que me passar por uma mulher vulgar e atraente. Lembrei-me, então, de uma roupa extravagante que usava na adolescência. Depois de revirar o guarda-roupas, finalmente encontrei aquela micro saia de couro prata. A calcinha e o sutiã, não tinham problemas.

 O que eu tinha de sobra eram calcinhas e sutiãs. Acabei vestindo um sutiã meia taça, que salientava meus seios e deixei a calcinha de lado. (na hora lembrei-me do vento) Preferi ficar sem. Assim poderia imaginar melhor o que me esperava. Faltava a blusa. Qual? Então acabei optando por uma segunda pele preta de manga comprida, totalmente transparente. Vestida, me fiz, e calcei uma bota preta que ia até os joelhos com um grande salto plataforma, bem estilo setenta. Faltava agora a maquiagem e o perfume. 

Come não gosto de base e pó compacto, salientei os olhos com delineador branco e depois prata. Um remiu e um batom meio prata. Depois de passar muito perfume, aliás, eu uso pouco, mas imaginei que deveria aumentar.(risos... acho que exagerei). Lá foi eu toda temerosa ao descer o elevador. Estava torcendo para não encontrar ninguém.

Quando a porta do elevador se abriu, foi um alívio. Não havia ninguém, somente o porteiro me viu sair com as formas e seios quase à mostra. Parada na esquina, aguardando um táxi, quase desisti ao ver que os motoristas que passavam na rua, mexiam parando o carro para olhar e, falavam: Gostosa, delícia... - Para meu alívio, um táxi parou e mais que depressa entrei. Sem falar nada, o motorista seguiu o caminho indicado.

Desci em um lugar escuro onde não tinha nenhuma outra mulher fazendo ponto. Sabia que não poderia ficar perto das outras pelo fato de ser nova no pedaço. Poderia ser uma afronta a até ser agredida. Como era um local auto, ventava muito. Apesar do frio, minha vagina trêmula, estava aquecida. A blusa transparente conjugada ao sutiã meia taça só tampavam até os mamilos. Minhas pernas roliças estavam arrepiadas. Eu andava de um canto para o outro. Sentia minha vagina úmida e sedenta quase a me molhar. Estava inquieta.

Alguns minutos depois parou o primeiro carro. Um boizinho. Ele falou: Oi gata! Quanto é, em? Vamos dar uma trepada? Em gostosa? - Como não estava afim do garotão, subi a avenida fingindo que não estava ouvindo. O carro me seguiu. Então falei que já tinha um programa marcado e que estava aguardando. Ele seguiu caminho. Permaneci ali por mais alguns minutos. Apesar do temor de ser reconhecida, permaneci exibindo seus traços bem.

Foi quando notei um carro que estava parado, a uns 50 metros, com o farol alto. Não dava para perceber quem estava dentro. (neste momento, acredita que cheguei a pensar em uma mulher. Mas como eu nunca transei com uma mulher,aliás só beijei e foi demais. A boca é totalmente diferente da de um homem. Olha que já beijei muitos homens. A carne dela era macia e mais doce. Você acredita que me fez cócegas ...risos... Mas, por nada, troco por um homem) 

O carro, vagarosamente, veio em minha direção. Como que adivinha, meu coração disparou. Então parou ao meu lado e o homem que o conduzia disse: Entre gata! - De meia idade, talvez uns quarenta, era impecável em seu porte e em seu olhar malicioso.

E sem falar uma palavra, entrei seduzida . Ouvia-se no ambiente do carro um ritmo árabe o qual desconhecia mas, que me deixava em suspense. Ao conduzir o veículo, senti suas mãos quentes entres as pernas roçando minha vulva já viscosa e banhada de fluído. Percebendo minha excitação, disse: - Mulher, você já está quente, que delícia! 

Gosta de prazer, não é? Estás afim de ser comida, não? - E com os lábios já molhados, me vi sem fala. Então levou seus dedos já lambuzados do meu fluído até você, cheirou e maliciosamente os levou até a boca.

Eu observava cada gesto daquele homem: primeira, seta, segunda, volante.... A cada marcha um novo som, levando-me a uma nova palpitação. E em alta velocidade conduzia o carro com segurança. Sua intimidade com a velocidade me excitava levando-me a imaginá-lo conduzindo meu corpo, controlando cada platô . (Que loucura.) 

E sua mão, às vezes, me apertava como se dissesse: Se segura mulher que estou aqui para te comer! Calma! Vou acabar com você. - E perdendo a referência, me vi conduzida BR afora e depois estrada de terra adentro até chegar a um chalé acolhedor.

Ao entrar, deparei com os detalhes masculinos do ambiente. Livros misturados à garrafas de vinho, jornais conjugados à roupas e cama totalmente desarrumada. Então ele pegou um vinho e duas taças e me ofereceu: -Toma linda, você vai precisar! Qual é seu nome? - Então falei: Paula. 

Ao degustar o vinho que era suave, percebi seu olhar malicioso e encantador. E me olhando fixamente foi se aproximando até que me beijou tomando o vinho que ainda restava em minha boca. Foi quando suas mãos foram cobrindo meu corpo apertando-o com certa firmeza. 

Com sua boca carnuda e quente, deslizou em meus lábios inseguros me acariciando loucamente e depois sua língua invadiu a minha boca, fazendo- me beber seu suco. Eu estava trêmula e então me entreguei a seu louco beijo enquanto acariciava minhas nádegas e depois minha xota. Ela estava lisinha e peladinha em seus grandes lábios. 

Seus dedos eram para mim, o céu. Então o abracei e não resistindo fui beijando o seu pescoço. E roçando a sua barba que ainda estava por fazer, arranhava meu rosto o que me deixou meio ébria. Meu coração parecia que ia saltar pela boca.

Novamente ele colocou aquele música árabe e sentou-se em uma poltrona e disse: Agora é sua vez linda! Se liberte. Eu estou aqui para te saciar. Tire lentamente a blusa – E obediente a sua ordem tirei. E ao ver aquele homem sedutor a me deliciar, embalei-me à música e me fiz livre soltando a tigresa que estava guardada dentro do meu corpo feminino. 

E desejosa, dançando, foi retirando cada peça de roupa: blusa, bota, sutiã e saia ...excitando com minhas mãos: seios, colo, nádegas, vulva...Ele me olhava fixamente acariciando seu membro ainda coberto pela calça. 

O volume que se via entre as suas pernas era como ao de uma barraca que se arma. E o líquido que teimava em escorrer entre as minhas pernas me fez dançar mais e mais... levemente me levando a arrastar de joelhos até as suas coxas duras e grossas. Eu era sua escrava e estava disposta a dar-lhe tudo o que quisesse.

Então olhando-o nos olhos abri-lhe o feche da calça e a retirei com vontade. Sua cueca mostrava seu volume. Cheirando a virilha, me apeguei ao seu pênis que já estava avantajado sentindo-o em minhas mãos. Mais parecia um tora de tão duro. As veias estavam dilatadas e a cabeça inchada. E gostoso, desejei mordê-lo, comê-lo.

 E ainda ajoelhada, como um servo, o levei até boca. Senti cada veia se dilatando e sua glande crescendo. Sentia tanto prazer ao chupá-lo que seria capaz de me sufocar com o pênis que fechava-me a garganta. 

Da minha boca carnuda escorria um suco que o banhava e fazia deslizar mais e mais. Os seios encontraram conforto em seus joelhos, sendo roçados pelos pêlos de suas pernas. Os mamilos enrijecidos eram acariciados. 

Suas bolas, esparramadas, enchiam uma das palmas da minha mão. Eu gemia e bramia manhosamente. Queria esmagá-las e engoli-las. Beijando sua virilha, me vi, depois, em sua boca (que boca sedenta). Ao mesmo tempo que o beijava loucamente, o masturbava.

E ele então me jogou no tapete e beijou lentamente cada parte do meu corpo: pescoço, seios, colo... até chegar até à vagina. Meus grandes lábios se encontravam sem pêlos e os pequenos, vermelhos. E louca de prazer me segurei em seus cabelos. Ele, então, brincou com meu clitóris, lábios... chupava-os e mordia-os levemente. Com a sua língua deslizava entre o anus e o

Pegando-me pelos braços, levou-me até a mesa ordenado-me que deitasse com as pernas abertas sobre ele. E como uma escrava, obedeci. Então falou: Abra mais as penas minha vadia. 

Vc vai ter o que quer. E temerosa e desejosa ao mxsmo tempo mais uma vez obedeci, pois o gozo é a coisa mais próxima entre o céu e a terra. E sem exitar penetrou-me o vibrador com toda a força na xota molhada. Então gritei. E sem dó ele me furava abrindo minhas entranhas até o útero. Eu gritava, gemia, me contorcia. 

Ao ver seu pênis dilatado, queria abocanhá-lo. Mas ele se fez mau. Se masturbava e me observava gemer. E num vai e vem com o vibrador, eu me contorcia mais e mais. Ele falava: Isso gostosa... geme... tá gostando vadia, quer gozar em? Goza para o seu macho ver. Vai!...

E depois flexionando o meu clitóris, apresada, gozei feito um gata manhosa gemendo várias e várias vezes baixinho e me contorcia. Dava para ver o meu útero se contrair de delírio. Foi um gozo intenso de quero mais. Percebendo a minha loucura, falou: Ai gata, está gozando, em safada? Eu ainda não acabei. 

Vou te fazer gritar mais e mais gostosa. Vai, goza gostoso e pense no meu pau. Isso, isso!... Me aguarde... Sem ejacular, ele tirou o vibrador e o penetrou com um dos dedos e falou: Gata, goza linda. - E então fui me acalmando. 

Passado alguns segundos ouvi-lo dizer: Ei gata, ainda está aí? Não acabou não. Vem cá abre essas pernas de novo, quero te comer com os dedos, quero sentir sua xana carnuda e quente jorrar o seu líquido leitoso. 

Vem cá gata, eu quero gozar ao ver o seu delírio. - E com o dedo, foi certeiro no ponto g que a cada momento crescia me agitando. 

E uma confusão de prazer com a vontade de urinar, me fazia gritar. Eu me aquecia novamente, só que desta fez uma febre vinha de dentro se espalhado-se pelo corpo todo. Novamente o líquido leitoso escorreu entre as minhas pernas e molhava a sua mão e a mesa. Ele novamente levou seu pênis a minha boca. Eu mamei...mamei. 

Até que ensandecida, senti seu líquido jorrar nos meus lábios e cair sobre os meus seios.. Ele falava: isso gata, bebe o seu leite... bebe... Sinta o gosto e cheiro do seu homem... Isso vadia gostosa... - E desejando seu pênis, novamente me deitei a mesa e levei a minha xota junto ao seu corpo conduzindo-o, já menor, a minha vagina. 

Seu tamanho era um carinho que fazia cócegas levando-a a desejá-lo cada vez mais. E na calmaria, mexia e gemia até que finalmente gozei. Múltiplos. Ele não estava viril, mas era o carinho as minhas paredes. Foi tanto que me contorcia e mordia os lábios implorando para que comece a minha bunda. Falava: Come a minha bundinha, vai!... 

Come meu cuzinho. Ele é todo seu. Come a sua vadia! Vai... Vou me abrir toda para vc. - E ele se fez novamente viril ao sentir meu gozo. Minha vagina em sucção o chupava, o levava para dentro e útero que se contraia.

E novamente ereto, me desceu da mesa e colocando-me de quatro, invadiu meu cuzinho com a sua cabeça grande e dilatada, quase arrebentando meus anéis. Então senti seu pênis me invadir, abrindo meu cuzinho fechado crescendo mais e mais... aponto de causar-me dor

. Primeiro a cabeça, depois o tronco. Sempre devagar e num vai e vem lento que mais parecia um carinho. Sentia-o se dilatando e agigantando-se dentro de mim, varando-me. Eu gemia e as vezes soltava gritos de dor. 

Desejosa, o queria tanto, que levou-me a abrir e a prostrar mais para que ele o enterrasse... Ele falava: Aí sua puta gostosa, mexe. Dá ele todo, vai... É assim que gosta não? Vou arregaçar esse seu cuzinho apertadinho. Vem, vem... Isso... Assim... Dá para mim este cuzinho gostoso. - E a dor, se transformou em um intenso prazer e, me segurando à mesa e ele aos meios seios, o pedi para me fuder mais e mais. 

E atendendo minha súplica foi investindo cada vez mais estocando a sua vara em mim. Ensandecida eu gritava. Pedia para me apertar, machucar meus mamilos... bater em minhas nádegas. E como gritava escandalosamente, me tapou a boca com uma de suas mãos e penetrou com toda a sua intensidade. Eu gritava e mordia seus dedos. Queria mais e mais. Achei que fosse morrer de tanto prazer. 

Estava incontrolável. E a dor se esvaiu levando-me a implorar: Me come, come....mais...mais...isso...assim. Come esse cuzinho que é todo seu. Fode a sua vadia, vai... - E ensandecidos acabamos por gozar juntos. Mais intenso, múltiplos, múltiplos e.... que se espalhavam por todo o corpo. E ele jorrou o seu sêmen na minha bunda.

Nosso gozo prosseguiu em uma escala cada vez menor até que nos demos por vencidos e extasiados. E ainda dentro de mim, sentia seu sêmen escorrer, espalhando-se pelas pernas. E como meu Zeus me beijou e me abraçou. (Que homem! - A virilidade de um homem não está no tamanho de um pênis e no tempo de ereção. E sim na capacidade de conhecer o corpo da mulher e satisfazê-la e vice- versa.)

E depois ele, mole e calmo, dentro de mim. Seria capaz de gozar loucamente outra vez. Depois de gozarmos intensamente, ficamos um pouco deitados no tapete e quietos. Ele sugeriu que fossemos tomar um banho. Então fomos para o chuveiro. Conversamos um longo tempo debaixo do chuveiro. De tudo um pouco. Ele era um homem culto e educado. 

Depois, safadamente começou a lavar meus seios, costas, nádegas até que senti suas mãos entre minhas colhas roliças, lavando minha vagina. A cada momento seu pênis crescia um pouco. Então eu o peguei e comecei a masturbá-lo. 

Então resolvemos sair do chuveiro e ir para a cama. Eu na frente, me abaixei para pegar a toalha, deixando a mostra o meu cuzinho rosado. Ele ficou louco e me agarrou falando: Gata, vou comer o seu cuzinho agora! Eu quero ele novamente! Vem cá e arrebita essa bundimha linda para eu te fuder. - E eu com medo de doer pois, não estava lubrificando falei: Ainda não. Calma! Me deixe molhadinha vem!

E pegando em sua mão o conduzi até a cama. Ele então me chupou novamente. Meus lábios, clitóres... Sua língua, em um vai e vem delicioso. Eu queria que ele me comesse novamente. 

E ele loucamente a me chupar. Até que falei: Come meu cuzinho, vai! – Então ele se deitou e eu fiquei em pé com as pernas entre seu corpo e fui descendo bem devagar. 

E seu membro certeiro, foi entrando em mim. Ele vidrado em meu corpo agarrou-se as minhas coxas e apertando-as, machucando a carne. Seu pênis me cortava por dentro e eu gemendo de dor acariciava meus seios. 

Até que a dor foi transformando em prazer. Eu cavalgava cada vez mais em um ritmo crescente sempre o introduzindo mais e mais. Depois subia e descia. E ele assistindo tudo, às vezes deixava escapulir um grito.

 E ensandecido me colocou de quatro abrindo as minhas pernas e me arrebitando a bunda. E meteu loucamente. E eu gritava e urrava, masturbando o meu clitóres. Nunca gritei tanto. E ele falando: Vai gata, goza mesmo. 

Goza e grita para este homem que te fode e te come... goza gata.... que eu vou gozar...isso.. assim... grita gostosa... grita.... E achando que fosse morrer de tanto delírio, novamente gozei tendo orgasmos múltiplos, deixei o meu cuzinho ser estocado com o seu pênis a cortar a minha bunda mais fundo até ele gozar. E ele trêmulo se desfez e caiu sobre o meu corpo e me abraçou. 

Então pude sentir o seu peso. Eu estava feliz. E extasiados descansamos um pouco. Depois voltamos a tomar vinho.

O dia já estava claro quando resolvemos tomar outro banho. E novamente no banheiro nos atracamos trocando beijos e carícias, onde transamos outra vez me comendo a xana por trás. Muito gostoso.

Terminado nos enxugamos e vestimos a roupa e voltamos para a cidade. Ele perguntou onde eu iria ficar. Desci no Centro. Ao parar o carro onde pedi , ele abriu a carteira e sem perguntar quanto era, tirou algumas notas verdes e me deu. 

Eu sem poder falar nada as peguei e as coloquei na bolsa. Ele me beijou profundamente como um adeus. Depois do longo beijo que não mais queria acabar, desci do carro e sem me voltar para traz, segui o meu caminho.

A cerca de uns cinqüenta metros de distância, encontrei uma mulher ainda jovem com um neném no colo pedindo esmola. A criança, com cerca um meses, aparentava-se desnutrida. E eu sem pensar, tirei aquelas notas da bolsa e as coloquei na mão daquela mãe a olhando nos olhos e disse: Mãezinha, ( forma com que os profissionais de saúde se dirigem às parturientes) volte para casa com o seu filho e se agarre a esta coisa linda que tem. Cuide dela. 

E satisfeita, a vi seguir o seu caminho, talvez para casa, com toda a sua alegria. Ao olhar para trás, ainda vi o carro parado e ele a me observar. E sarcasticamente, parti para minha vida de casada, como que renovada e aliviada. Só levando uma boa lembrança . Acho que ainda quero mais (risos...)


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domingo, 1 de novembro de 2020

Conto Erótico - Mulher dando para o Garoto de Programa dotado

 Olá amores, sou Cyntya, 48 anos, bbw com 1.68 de alt coxas grossas bundao e peitao. Do jeitinho plus size. Hj vou contar como foi a minha primeira vez com um garoto de programa.


Desde q começamos nessa vida de hotwife e de cuckold (veja a definição) , nossa vida nunca mais parou. Como tenho contato com muitos homens de diferentes idades e lugares devido ao meu serviço com caminhoes fica facil facil conseguir cada vez mais parceiros sexuais diferentes.
 

Dessa vez ja se passou quase um ano desde minha primeira vez com meu colega fabio, depois foi o caminhoneiro everton, e depois q ele contou pra uns amigos o q aconteceu, muitos deles ficaram ousados a ponto de chegar em mim pra fazer propostas indecentes. 

Bom, desde q meu marido e eu concordamos eu dei esse grito de liberdade e nao neguei fogo praticamente nunca, a nao ser q o cara nao me agradasse mesmo. Nesse tempo acabei ficando com varios caminhoneiros e tudo muito discreto. Imagino q tenham sido uns 15.


Mas ate esse dia nunca tinha ficado com um cara q assim, realmente me fizesse subir as paredes, cara como aqueles atores porno com um belo penis fora do comum, q me alargasse a buceta e eu me sentisse preenchida.


Dai meu marido disse q talvez fosse dificil achar um cara assim normalmente e q ele vinha pesquisando e chegou a conclusao q podiamos achar um garoto de programa. Eu refleti e fiquei excitada com a ideia de pagar alguem para me foder. Entao resolvemos colocar a ideia em pratica.
 

Ele pesquisou e encontrou um cara numa cidade perto q era GP por nome Anderson e era negro e tinha um dote de 24cm!!!! Fiquei chocada com as fotos e louca pra conhece-lo.


Entao em alguns dias fomos pra essa cidade e fomos pra um hotel e marcamos q o cara iria la.
Depois das 23h nos avisaram da portaria q tinhamos uma visita e mandamos subir. 

Quando meu marido abriu a porta se deparou com um negro de 1,85 de altura, forte, muito lindo e educado. Ele entrou e nos sentamos para beber e conversar. Falamos de tudo ate q meu marido começou a me bulinar e ele entendeu q podia chegar perto.


Foi quando assumiu o controle da situaçao e meu marido sentou no sofa para nos olhar. Nossa q negro forte, me beijou enquanto me acariciava toda.


Tirou minha roupa e me fez tirar seu pau pra fora. Era gigante e grosso, cheio de veias, comecei a mamar e qz nao cabia na boca, entao ele me deitou e começou a me chupar toda. Q delicia. 

Eu olhava pro meu marido q estava hipnotizado quano ele me abriu as pernas e começou a meter aquela tora. Q delicia sentir aquele imenso mastro me invadir ate chegar no meu utero. 

Ele começou a bombar e eu o olhava, aquele macho maravilhoso encima de mim se deliciando, olhei para meu marido e ele com seu pau na mao nos adorando, venerando a visao de sua esposa gordinha puta ser a femea de um macho negro cheio de tesao! O pau do garoto preenchia toda minha buceta e eu estava indo a loucura. Me fodeu em diversas posiçoes. 

De pernas abertas, de bruços, me colocou de quatro e meu marido pediu para ficar embaixo de mim. Ele se posicionou e com o rosto colado a minha buceta sentia aquele negro preencher minha buceta e bombar num vai e vem furioso. 

Nesse movimento as bolas do negro batiam na cara do meu marido q as chupava e de vez enqundo o pau dele escorregava pra fora e meu marido pedia para molhar ele na sua boca. Fiquei louca de tesao ao ver meu maridinho com um pau na boca servindo a sua puta e ao seu comedor. 

Foi quando o negro me colocou sentada encima dele e me fez cavalgar num movimento frenetico ate q ele qz gozou. Fique louca p ele foder minha bunda e pedi, e ele fez. Meu marido pegou o pau dele e colocou na minha bunda grande e ele mesmo fez entrar. 

Q delicia ter meu marido me entregando p outro. Ele me fodeu o cu com vontade, doía um pouco pq nao estava acostumada mas dei ate sentir q meu cu tinha dilatado. Sentava com força naquele negro ate q gozei forte. Ele me virou e subiu encima tirou a camisinha e gozou na minha barriga. 

Eu passava a mao e trazia ate a boca quando meu marido veio e começou a sugar tudo e limpar, inclusive o pau do negro. Ele limpou tudinho como um bom corno manso.
Depois ainda gozou na punheta e me fez beber sua porra.


Transei com o negro toda aquela noite e no final as 5h da manha ele se foi. Meu marido pagou e ele nos deu um desconto pq tinha gostado muito de mim e q adoraria muito q fossemos mais vezes. Claro q fomos e q passei a ser sua cliente. Hj em dia fico com ele todas as vezes q vamos na cidade dele. 

Hj ele ja nem cobra mais. Transamos inclusive sem usar camisinha. Fico com amigos dele. E outra coisa é q no meu aniversario de casamento fomos viajar pra praia e meu marido ficou em casa e fui só com o Anderson. Meu marido queria chifres! 

E fomos como se eu fosse sua mulher e andavamos na rua de maos dadas e abraçados. Foi maravilhoso. Pois nesse lugar graças ao Anderson fiz minha primeira gangbang. Mas isso vou contar outra hora. Bjoss

 

Leia mais: Corno deixando sua mulher ser fudida no sex shop

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Sonho Erótico… Atendimento a domicílio do sex shop.

  Hoje eu tive um sonho erótico com um atendimento a domicílio de um sex shop. Sou uma mulher de 45 bonita, fogosa e tenho muitos desejos...